Atividades

Pesquisas desenvolvidas por nossa equipe envolve todos os aspectos da mecanização florestal, incluindo a colheita, transformação e transporte de biomassa de madeira a partir de uma gama de diferentes fontes primárias. Especificamente trabalhamos com os seguintes campos:

Mecanização avançada

Trabalhamos com o uso de maquinario industrial projetado especificamente para colheita de madeira, tais como: fellers, processadores, harvesters, skidders, forwarders, yarders e picadores. Nós avaliamos o desempenho técnico, econômico e ambiental dessas máquinas nas condições de trabalho italiano. Nós já produzimos um estudo completo sobre todas operações de chipadores na Itália, e um trabalho semelhante de gestão de colheitadeiras. Temos produzidos muitos trabalhos sobre o uso de colheitadeiras em plantações de madeira (choupo, pinho branco, pinus radiata, eucalipto) e florestas naturais (coníferas dos Alpes, coppice stand - castanha, faia, carvalho).

Colheita de biomassa em florestas Alpinas

Em todo o cume alpino, proprietários florestais e operadores mostram um interesse crescente para o setor de biomassa, que pode fornecer um mercado para resíduos florestais, um recurso ainda não utilizado. A possibilidade de vender este material poderia contribuir para reduzir o custo total das operações florestais, tornando-os menos caros ou mais rentável de acordo com o caso. Está opção ainda não esta incluso com o completo desenvolvimento dos negócio, devido à falta de estimativas confiáveis nas diversas despesas e sem contar que muito poucos operadores ousam em dar suporte. Com o importante apoio de muitos patrocinadores locais, nós começamos um programa de pesquisa com o objetivo de fornecer dados confiáveis sobre os custos de colheita de biomassa em uma gama de condições operacionais. Já realizados 22 ensaios em grande escala de colheita, que estão ajudando a definir as estratégias de coleta otimizada o que permite reduzir os custos de entrega de biomassa florestal.

 

Colheita e processamento de resíduos de madeira provenientes da agricultura

Trabalhamos no desenvolvimento de operações mecanizadas para a colheita, processamento e entrega de resíduos de madeira produzida pelo manejo de culturas agrícolas, como pomares, olivais e vinhas. Nossa pesquisa enfoca a qualidade de produtos e tecnologia de processo, e estamos investigando o desempenho de prensas e moedores. Ambas as soluções são interessantes, porque oferecem diferentes oportunidades de logística. Os enfardamento são geralmente menos produtivos, mas permitem maior facilidade de armazenamento. Por outro lado single-pass de moagem e coleta pode resultar em menores custos de entrega. Estamos testando uma variedade de equipamentos e soluções para ambas as correntes.

Plantações florestais de curta rotação

Plantações florestais de curta rotação estão se espalhando muito rápido no norte da Itália, e até agora mais de 5000 hectares foram plantados. Nosso grupo começou a pesquisa sobre este tema em 1994 com uma série de estudos na Dinamarca, Alemanha e Suécia. Desde 1998 começamos a trabalhar na América do Norte, expandindo para a América do Sul em 2006. A experiência desenvolvida no exterior tem sido transferido para as plantações italianas no âmbito de várias pesquisas e projetos de consultoria.

 

Producción de biomasa en plantaciones a rápido crecimiento, setos y vegetación de ribera.

Los setos y la vegetación de ribera brindan muchos servicios, como la fitodepuración.  El manejo de estos sistemas arbolados puede proporcionar importantes cantidades de biomasa. Pero su cosecha impone condiciones de trabajo muy particulares como plantas muy pequeñas y la distribución del material por una distancia relativamente larga. Hemos experimentado varios sistemas de aprovechamiento, tanto manuales que mecanizados, incluyendo el astillado de árboles enteros y el empacado de los residuos. Otra importante fuente de biomasa pueden ser las plantaciones a rápido crecimiento para madera de calidad sobre suelos agrícolas. En Italia las primeras plantaciones se realizaron al principio de los ’90 y ahora necesitan un raleo talando las especies secundarias. Desde 2004 estamos experimentando operaciones de raleo mecanizado: una organización racional permite tener un balance positivo. 

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